A Revista Ecumênica da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo
Ecumenismo, Espiritualidade e Evangelho-Apocalipse

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Histórica Proclamação da Religião Divina

Para comemorar os 44 anos da Proclamação da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo — em 7 de outubro de 2017 —, o Ministro-Pregador da Religião do Amor Universal Émerson Damásio discorre sobre o fato histórico e a mística espiritual que envolveu o acontecimento em Maringá, PR.

 

Atualizado em 26/9/2017

3- Émerson Damásio

Émerson Damásio

Há 44 anos, um fato marcante mudou para sempre a história da bela cidade de Maringá, no norte do Estado do Paraná, e também iluminou a Alma dos povos do Brasil e do mundo, da Terra e do Céu da Terra. Uma Luz Espiritual foi acesa, e uma canção de harmonia para os corações de Boa Vontade foi entoada, promovendo, a partir dos ensinamentos do Educador Celeste, uma “(…) revolução jamais vista, pois se concretiza na Alma. Nesta se encontra a geratriz da riqueza ou da miséria, da libertação ou da escravatura do Ser” (Livro Reflexões da Alma, p. 119).

Essa afirmativa do Presidente-Pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, José de Paiva Netto, cuja história de vida se entrelaça à da Religião do Novo Mandamento, atesta a grandiosidade desse acontecimento. Testemunha do extraordinário feito — a 7 de outubro de 1973, em Maringá, PR —, o Presidente Mundial da Religião Divina nos faz viajar no tempo, relembrando, com riqueza de detalhes, o que ocorreu naquele memorável dia: “Estava ao lado de Alziro Zarur quando ele proclamou em 7 de outubro de 1973, justamente na cidade de Maringá, a Religião do Amor Universal. Recordo-me de que, naquela data, ele parecia um (…) lutador querendo cumprir logo o seu compromisso. Ainda cedo, no dia 7, chamou-me ao hotel onde se hospedara e ficamos andando de carro pela cidade, até que se completasse a hora de estar no Parque Internacional de Exposições Frei Ribeiro. Foi quando a mim revelou que faria a Proclamação da Religião Divina no norte do Paraná (…)”.

Em 19 de dezembro de 1983, na capital fluminense, o Presidente-Pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo a constituiu e oficializou como entidade jurídica, não obstante o seu heroico esforço na consolidação e no desenvolvimento de seu corpo místico e doutrinário. Quem ajuda a escrever a história tem a primazia não apenas de contá-la, mas também de nos fazer revivê-la, para que mantenhamos no coração a certeza de que a Religião do Terceiro Milênio é uma Criação Divina, cujo fundamento eterno é o Amor Celeste ensinado por Jesus, o Sábio dos Milênios, fonte sublime de inspiração desse movimento de Fraternidade Ecumênica.

Maringá, PR, 7 de outubro de 1973 — Acompanhado do Irmão Paiva, seu fiel secretário por quase um quarto de século, o saudoso Irmão Zarur cumprimenta o povo que superlotava o local do 17o Congresso dos Homens e Mulheres da Boa Vontade de Deus, no qual realizou a histórica Proclamação da Religião Divina. (Foto: Arquivo rJEC!)

Maringá, PR, 7 de outubro de 1973 — Acompanhado do Irmão Paiva, seu fiel secretário por quase um quarto de século, o saudoso Irmão Zarur cumprimenta o povo que superlotava o local do 17º Congresso dos Homens e Mulheres da Boa Vontade de Deus, no qual realizou a histórica Proclamação da Religião Divina. (Foto: Arquivo rJEC!)

Nas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, volume 3, no capítulo dedicado à Proclamação da Religião Divina, o Irmão Paiva registra as palavras do saudoso Irmão Alziro Zarur: “Jesus ensinou aos Seus discípulos que ‘Deus é Amor’. Seu Novo Mandamento*1 é o Amor Divino humanizado. Ora, ao nos trazer o Mandamento dos mandamentos, o Cristo fundou a Religião do Amor de Deus, que é toda a alma da Quarta Revelação, para a sagrada pessoa humana”.

Essa definição magistral nos mostra que a essência da Religião do Amor Universal é o Novo Mandamento de Jesus: “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35). Por esse sublime desiderato, a Religião do Terceiro Milênio sempre existiu no coração do Divino Mestre, pois Ele, sendo Um com o Pai (Boa Nova, consoante João, 10:30), também é o Supino Amor, como define o Irmão Paiva.

 

O alto significado da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo

A amplitude da atuação irrestritamente ecumênica da Religião do Novo Mandamento inspirou a seu Proclamador, Alziro Zarur, esta magnífica síntese:

 

“A Religião do Terceiro Milênio, a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, é mais que toda a Religião: é toda a Ciência, é toda a Filosofia, é toda a Política e toda a Moral, todo o progresso humano, unido ao progresso de todos os mundos, de todas as Humanidades Siderais — o Amor Universal na apoteose ao Criador Onipotente, Onisciente e Onipresente, o nosso Deus, o nosso Pai!”.

 

Por ter nascido em bases tão sólidas, tendo a aplicabilidade dos Ensinamentos Celestes contidos em sua Doutrina Ecumênica, faz-se necessária em todos os campos do saber humano e universal, promovendo o esclarecimento espiritual constante das gentes (criaturas encarnadas e desencarnadas).

 

Alziro Zarur e Paiva Netto: Amizade firmada em Jesus.

Alziro Zarur e Paiva Netto: Amizade firmada em Jesus.

Atuação e Missão Precípua

Paiva Netto conclui que a natureza da Religião do Terceiro Milênio manifesta-se a Trindade do Bem: Deus, Cristo e Espírito Santo. Atendendo ao anseio espiritual dos povos, ele expandiu a atuação da Religião do Novo Mandamento além-fronteiras. Hoje, ela está oficialmente presente no Brasil e em várias partes do mundo: Argentina, Bolívia, Estados Unidos, Paraguai, Portugal e Uruguai.

Todas as ações (fraternas, ecumênicas e de reeducação espiritual) realizadas pela Religião Divina — por intermédio da Comunicação 100% Jesus (rádio, TV, internet e publicações), do Templo da Boa Vontade*2 (Sede Espiritual da Religião do Terceiro Milênio) e de suas Igrejas Ecumênicas — são firmadas no Mandamento Novo de Jesus. Esse Amor Solidário Divino, na definição do Irmão Paiva, é o “óleo do sentimento” a lubrificar a grande máquina Humanidade, para que esta funcione corretamente.

Fundamentada nesse Ideal de Paz e Solidariedade, ensinado e exemplificado pelo Divino Estadista, a Religião do Amor Universal trabalha pelo ser humano e seu Espírito Eterno, amparando-os, socorrendo-os e reeducando-os a partir dos valores da Espiritualidade Ecumênica, à luz dos ensinamentos de Jesus, conforme encontramos em Sua Boa Nova, consoante Mateus, 25:35 a 40. Ela vive e propaga o Ecumenismo em seus Quatro Pilares*3. E ele, o Ecumenismo, “transcende em muito o aspecto religioso”, pois sua grande função é “a união de todas as criaturas humanas e espirituais, numa poderosa força a serviço dos povos”, consoante define seu Presidente-Pregador. Por essa razão, a Religião do Terceiro Milênio “não é mais uma religião para conflitar com as demais”. Com essa atuação vanguardeira, cumpre:

  1. Supremo Objetivo: preparar os caminhos da Volta Triunfal de Jesus ao planeta Terra, que Ele fundou, com a formação do Seu Rebanho Ecumênico; e efetivar, ampliando sempre, sua Campanha Permanente de Valorização do Espírito Eterno do ser humano — raiz do verdadeiro progresso das criaturas terrenas, porque a reforma do social vem pelo espiritual —, no cumprimento de sua
  2. Missão Precípua: que é o esclarecimento espiritual, com a consequente salvação das Almas para Deus, pelo conhecimento da Verdade e pela prática da Caridade, aliadas no exercício da Fé Realizante*4, ou Caridade do Novo Mandamento, que se firma no binômio Verdade e Caridade, estabelecido por Zarur.

Um período de grandes celebrações

Anualmente, por ocasião do aniversário de sua proclamação, a Religião Divina promove uma série de atividades comemorativas, intensificando as ações de esclarecimento e conforto espiritual em benefício do ser humano e de seu Espírito Eterno. Leva Esperança e encorajamento aos corações, pois se trata de “uma escola de Educação e Iluminação Espiritual de portas abertas”, como define o Irmão Paiva que, no ano de 2013, agregou à Dialética Legionária este mantra sagrado: “Quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas”.

Na conclusão do consagrado texto da Proclamação da Religião Divina, constante das Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, volume 3, o saudoso Irmão Zarur transcreve a esclarecedora “Parábola dos dois filhos” (Evangelho de Jesus, segundo Mateus, 21:23 a 32), chamando a atenção para a renovação íntima que se faz necessária para a compreensão dos assuntos divinos, classificando-a como a “chave de ouro” da Proclamação da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo:

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“23 Tendo Jesus entrado no Templo, quando estava ensinando, vieram a Ele os principais sacerdotes e anciãos do povo, perguntando: Com que autoridade fazes estas coisas? Quem Te deu tal autoridade?

“24 Respondeu-lhes Jesus: Também Eu vos farei uma só pergunta; se me responderdes, então vos direi com que autoridade faço estas coisas.

“25 De onde era o batismo de João: do céu ou dos homens? Eles discorriam entre si: Se dissermos do céu, Ele nos dirá: por que, então, não lhe destes crédito?

“26 Mas se dissermos: dos homens, tememos o povo; porque todos consideram João como profeta.

“27 Responderam a Jesus: Não sabemos. Ele, por Sua vez, lhes declarou: Nem Eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.

“28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos; chegando ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.

“29 Ele respondeu: Irei, Senhor. E não foi.

 “30 Chegando ao segundo, disse-lhe o mesmo. Porém, este respondeu: Não quero. Mais tarde, tocado de arrependimento, foi.

“31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Responderam eles: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entrarão primeiro que vós no Reino de Deus.

“32 Pois João veio a vós, no caminho da justiça, e não lhe destes crédito, mas os publicanos e as meretrizes creram nele; e vós, vendo isto, nem vos arrependestes depois, para lhe dardes crédito” .

 

Venha encontrar respostas em Jesus, o Profeta Divino, participando com sua família das atividades nas Igrejas Ecumênicas da Religião do Novo Mandamento, militando nas ações no Bem para a construção de “um Brasil melhor e uma Humanidade mais feliz”.

 

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*1 Leia o Tratado do Espiritualmente Revolucionário Novo Mandamento de Jesus.

*2 O TBV foi fundado por José de Paiva Netto, em 21 de outubro de 1989, em Brasília, DF. É o monumento mais visitado da capital federal e recebe mais de um milhão de peregrinos por ano, segundo dados da Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF).

*3 Conheça “Os Quatro Pilares do Ecumenismo”, no livro Reflexões da Alma, versão pocket, p. 162, de autoria do escritor Paiva Netto; e na revista JESUS ESTÁ CHEGANDO!, edição 129, de junho de 2017.

*4 A Fé Realizante faz parte dos Quatro Graus Iniciáticos da Fé. Vide o livro Sagradas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, volume 2, p. 189.

 

 

(Artigo publicado na revista JESUS ESTÁ CHEGANDO!, edição 116, de outubro de 2013, pp. 26 a 30.)