A Revista Ecumênica da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo
Ecumenismo, Espiritualidade e Evangelho-Apocalipse

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IMPÉRIO JESUS: o Ideal que não morre com o tempo

Luciano Xavier – 10/4/2018

 

Palácio de São Cristóvão, antigo Palácio Imperial.

Palácio de São Cristóvão, antigo Palácio Imperial.

O tradicional bairro de São Cristóvão, na zona norte da Cidade Maravilhosa, é cercado de histórias, principalmente no que se refere à época imperial do Brasil (1822-1889). Lá encontra-se a Quinta da Boa Vista, um dos maiores parques urbanos do Rio de Janeiro, RJ. A área, de cerca de 115 mil metros quadrados, além de jardins, lagos e inúmeros marcos históricos, abriga o Museu Nacional, palácio que serviu como residência da família real (1908) e imperial brasileira — a partir do momento que Dom Pedro I, primeiro imperador da terra tupiniquim, proclamou a independência do nosso país. Os anos se passaram e o período do império teve seu fim, um novo panorama histórico teve seu início com a proclamação da República, uma iniciativa do Marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892). Atualmente, o local é visitado por diversas famílias e turistas que desejam conhecer um pouco mais sobre os fatos e curiosidades daquela época.

Dentro do Plantão de Assistência Espiritual — Semana Santa Jesus Vive!, em março de 2018, a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, por meio de sua doutrina cristã-universalista, que respeita todas as crenças existentes no Universo — por crer que somos filhos de um mesmo Pai, que é Deus —, registrou mais uma página na memória episódica daqueles que se encontravam naquele ponto cultural carioca durante o feriado religioso. É importantíssimo exaltarmos nessa data, assim como em todos os momentos da vida, a ressurreição do Cristo Ecumênico que, após vencer o infortúnio de Sua crucificação, ressurge triunfante e demonstra que não há impossibilidades. Ele iluminou as consciências, evidenciando que “não há morte em nenhum ponto do Universo”, como bem ponderou o saudoso proclamador da Religião do Terceiro Milênio, Alziro Zarur (1914-1979).

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A Jovem Legionária Sarita Barrocas (E) entrevista a família Nova Jersey, EUA. Da esquerda para a direita: Rosana, Mary e Carmine.

A Jovem Legionária Sarita Barrocas (E) entrevista a família Nova Jersey, EUA. Da esquerda para a direita: Rosana, Mary e Carmine.

Inspirados nessa crença, ensinada pelo Mestre dos mestres, de que “tudo é possível àquele que crê” (Evangelho, segundo Marcos, 9:23), Jovens da Boa Vontade de Deus da capital fluminense se reuniram com o intuito de convocar a população para “arregaçar as mangas” e trabalhar na construção de “um Brasil melhor e uma humanidade mais feliz”, colocando de lado o temor, contudo, observando sempre a prudência, obviamente. Com faixas, panfletos e a revista JESUS ESTÁ CHEGANDO!, levaram mensagens de esperança às pessoas que transitavam pelo Parque Municipal da Quinta da Boa Vista. Muitas eram despertadas pela curiosidade e pela alegria no momento em que visualizavam a ação do movimento Jovem Legionário. Uma família de Nova Jersey, EUA, que passeava no local, ficou extasiada, tanto que fez questão de deixar registrado um depoimento para a Super Rede Boa Vontade de Rádio. A senhora Rosana assim se expressou, com tradução de Felipe Duarte: “O movimento de vocês é tão necessário nesses tempos, pois os dias estão ficando sombrios e, mesmo assim, Jesus vive em nossos corações, nos traz vida nova, esperança nova para a Eternidade (..)”. O senhor Carmine também deixou registrada sua satisfação: “Fiquei muito entusiasmado vendo vocês conversando com as pessoas sobre Jesus, pois Ele nos instruiu a falar com os outros sobre o Seu Amor por toda a Humanidade(…). Pelo fato de Jesus ter ressuscitado, nós também ressuscitamos e podemos ter vida em abundância e ensinar ao próximo como seguir o belo estilo de vida de Jesus”.

 

Por que o ensinamento de Jesus não perde seu valor?

Realizando uma breve analogia sobre a imortalidade de Jesus e o fato histórico brasileiro narrado na abertura deste texto, podemos perceber que gerações, reinos, impérios e períodos, em todo o mundo, tiveram suas épocas superadas por circunstâncias que se apresentaram como superiores ou subsequentes. E esses processos ficaram registrados em publicações que preservaram muitos conceitos da antiguidade que são aproveitados até hoje, no mundo moderno. Nessa mesma linha de raciocínio, percebemos que os registros que comprovam a legitimidade de cada época também afirmam que desde o princípio da Terra, a mensagem do Cristo Dessectarizado — quer dizer, livre das algemas que os seres humanos costumam colocá-Lo —, supera as barreiras do espaço-tempo, mostrando o seu valor atemporal, por ter como objetivo não apenas aquilo que é perecível, visto que o foco encontra-se no que a Ciência do terceiro milênio provará em seus laboratórios: o Espírito. Deixou grafado o Celeste Amigo, por intermédio de João, evangelista e profeta, 1:1 a 3: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O mundo [o planeta Terra] foi feito por Ele. Tudo foi feito por Ele. Nada do que se fez foi feito sem Ele, Cristo Jesus”.

A imortalidade das Boas Obras

O escritor Paiva Netto, em seu artigo “A Mensagem do Túmulo Vazio”, registrou as seguintes palavras: “Não foi sem forte razão que Zarur afirmou: ‘Religião, Ciência, Filosofia e Política são quatro aspectos da mesma Verdade, que é Deus’. Com a Ressurreição de Jesus, a morte deixou de ser o lúgubre ingresso para o Nada; porquanto, na verdade, é a esplendorosa revelação de que a felicidade em Deus, o Provedor de todas as carências, é eterna, como perenes são as realizações do Bem, na Terra e no Espaço”.

Esses ensinamentos universais (preste atenção nessa palavra e a relacione com Jesus) vêm de geração em geração inspirando a convivência planetária tanto daqueles que não comungam de uma denominação religiosa, entretanto, compartilham de práticas de Boa Vontade com o próximo, quanto dos que participam de uma tradição religiosa e replicam no dia a dia os valores solidários tão bem exemplificados pelo Divino Estadista. O notável Abraão Lincoln (1809-1865) afirmou: “Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião”. E isso vem ao encontro do que Jesus determinou como o segredo para uma boa vivência em comunidade, ao dizer que “a cada um será dado de acordo com as suas próprias obras” (Apocalipse, 22:12).

O convite da Religião do Terceiro Milênio é para que, independentemente da ideologia, os seres humanos deem mais atenção aos conceitos avançados apresentados e aplicados pelo Cristo de Deus, visto que eles são, até hoje, utilizados de forma implícita e/ou explícita por todos. E certamente eles têm um grande valor, já que permanecem sendo vividos até hoje, não é? Por isso, a nossa permanente convocação, para que mais e mais pessoas juntem forças conosco nessa grande empreitada que requer coragem, decisão e ousadia no Bem. Quando temos um ideal que valha a pena, não há o que temer e essa foi a grande mensagem trazida pelos exemplos do Celeste Amigo na Semana Santa Jesus Vive!

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Participe das diversas atividades fraternas promovidas pelos Jovens de Boa Vontade na Igreja Ecumênica da Religião do Terceiro Milênio mais próxima de sua casa. Para outras informações, ligue: 0300 10 07 940 (custo de ligação local mais impostos).